Setembro virou agosto e agora que acabou eu precisei admitir isso. Setembro não foi o mês das coisas bonitinhas, das borboletinhas bobinhas e do céu azul que eu perguntava quem tinha pintado daquele jeito. Setembro foi uma tempestade absurda que eu tive que me entregar. Nessa ventania carregada de pingos grossos vieram traições, amores enterrados e desgostos que deviam ter acontecido em agosto. Eu diria pro Nando Reis que eu reparei que o mundo estava ao contrário, mas não quis admitir. Mentiras foram gritadas aos quatro cantos que compõe salas e aos quatro ventos. Pessoas se calaram com lágrimas porque responder a altura era politicamente inaceitável quando se agredia pessoas. Comunicação e Expressão, com agressão. Pra quê?
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